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Sep 5 09

A História do Café Expresso

by Editor

A História do Café Expresso

A primeira máquina de café expresso foi apresentada pela primeira vez ao mundo em meados de 1901, patenteada pelo Sr. Luigi Bezzera, um equipamento rudimentar que continha dois imensos grupos operados a vapor gigante, chamou seu modelo Tipo Gigante. Nos primeiros anos, pouco sucesso obteve de mercado.

A patente no entanto em 1905 foi vendida ao Sr. Desidero Pavoni que trouxe ao mercado um novo modelo de máquina de café expresso chamado Ideale.

Nessa época também o Sr. Teresio Arduino, funda sua companhia chamada Victoria Arduino, juntos começaram então a espalhar toda a cultura do expresso na Itália.

A máquina moderna conhecida nos dias de hoje no entanto somente chegará ao mercado em 1946 ou 1947 com o final da segunda guerra mundial, quando a antiga fábrica da família Gaggia (não mais existente, somente a marca hoje continua a ser explorada comercialmente) introduziu no mercado o modelo Gaggia Crema Caffe, a primeira com capacidade de produzir água pressurizada (7 bar ou mais) com uma alavanca, passando água por uma camada de café, um produto fácil e barato o bastante para o uso comercial normal.

Em 1967 o Sr. Nello Dal Tio proprietário da C.M.A – Astoria constrói sua primeira máquina de café expresso utilizando já os princípios fundamentais e moderno de café expresso italiano.

Datas históricas do Café Expresso

1901: A primeira máquina de café expresso. Luigi Bezzera faz a primeira máquina de café expresso, a patente em seu nome chamava-se Tipo Gigante, a percursora a que somente se transformaria a tecnologia da máquina do expresso após quase cinqüenta anos .

1905: Desiderio Pavoni compra patente de Luigi Bezzera para poder também iniciar a fabricação desse produto. Outros como o Sr. Teresio Arduino também quer fabricar e funda a empresa Victoria Arduino, companhia que faria mais para espalhar a cultura adiantada do expresso do que qualquer outra com suas propagandas e toda a filosofia atrás da bebida.

1922: A Universal incorpora o negócio da máquina de expresso, e transforma-se logo no fabricante principal da máquina de expresso, com uma larga escala de produtos. O produto dispara no mercado nos anos de 1920 aos anos de 1930.

1927: Chega a América especificamente aos Estados Unidos da América a primeira máquina de expresso, instalada no estabelecimento de nome Regio’s Bar em NYC. Máquina de dois grupos ainda hoje em exposição. Novas fabricas de expresso vão surgindo como a La Marzocco fundada em 1927.

1929: Fundada a antiga fábrica de máquinas La Rancilio Officina Elettromeccanica, por Roberto Rancilio. Também entra no mercado de máquina de café expresso.

1932: A La San Marco lança seu modelo 900 que durante 10 anos fica ditando uma tendência mundial de design para o produto.

1936: É fundada a antiga fábrica Simonelli que depois fechou e reabriu anos depois com o nome Nova Simonelli com outros proprietários.

1946: O Sr Ernesto Valente e família funda a fábrica de máquina Faema. Hoje já de propriedade de outros investidores.

1947: Introdução revolucionária da Gaggia Crema Caffe no mercado de máquina de café expresso. A moderna máquina de expresso nos conceitos de hoje de café expresso.

1948: Outras empresas também introduzem no mercado máquina de expresso baseada nos modernos padrões de pressão. Inicia então o verdadeiro café expresso como nos dias de hoje o conhecemos.

1950: Muitas empresas como Elektra faz seu experimento com máquina expresso de pressão hidráulica e os fabricantes seguem a idéia adotada.

1956: Aparece no mercado a primeira máquina de expresso mais apropriada para uso domestico. Inovação do mercado utilizando alavanca com duplo pistão por grupo de máquina.

1958: Novas máquinas não produzidas especialmente para uso doméstico são apresentadas ao mercado, devido ao tamanho podem ser utilizadas para uso doméstico.

1961: A Faema fábrica Italiana de Milão apresenta ao mundo seu sistema revolucionário de expresso, chamava-se sistema E61 o primeiro sistema utilizando um trocador de calor (caldeirinho) em italiano “scambiatore”, para fazer o café expresso, e também usava uma bomba rotativa.. Esse sistema substituía então a alavanca de pressão utilizado para fazer o café expresso.

1966: Alfred Peet abre a primeira Peets Coffe em Berkeley, CA, que servira de inspiração para fundar a Starbucks quando visitando Seattlites.

1967: A CMA – Astoria entra no mercado de fabricação de máquinas de café expresso. Construção da primeira máquina de café expresso Astoria pela C:MA na pequena unidade produtiva fabril em Susegna (Itália), província de Treviso. Hoje líder mundial de fabricação de máquinas de café expresso profissionais.

1971: A Starbucks abre em Seattle a primeira Roastery.

1974: É introduzido o sistema de vapor instantâneo nas máquinas de café expresso podendo então ferver o leite instantaneamente.

1982: Fundada nos Estados Unidos da América a SCAA Specialty Coffee Advisory Board,

1983: Howard Schultz da Starbucks viaja para a Itália para conhecer a fundo a cultura do café expresso.

1985: Starbucks instala a primeira máquina de café expresso em um Shopping de Seattle.

1989: Começa a aparecer no mercado o café em sachê mono dose, “cialda” em italiano, e uma padronização de medidas para o café em sachê ,também chamada easy system de café expresso,.

1990: O Sistema de café sache mono dose espalha-se pelo mundo pela sua facilidade, padronização e higiene, conquistando o público em todo o mundo.

1991: Lançamento mundial, surge a primeira máquina automática de café expresso lançada pela Saeco especialmente desenvolvida para o uso doméstico e pequenos escritórios, uso não profissional.

1992: A primeira coleção de xícaras da Illy café, Illy collector cups com pinturas elaboradas por artistas famosos chega ao mercado.

1994: O café em sachê vira moda na Europa e nas residências dos italianos passa a ser um sonho de consumo, não mais pode faltar o café em sachê.

1997: Início das atividades da CMA – Astoria no Brasil. Chegam ao Brasil as primeiras máquinas de café expresso importadas da Italia.

2000: A CMA Astoria bate o recorde em numero de máquinas fabricadas, atingindo 24.600 máquinas de café expresso no ano.

2000: As máquinas Astoria obtém a certificação da norma ISO 9001, no maior grau da certificação, de design para pesquisa e desenvolvimento, produção e compra , venda e marketing administrativo, qualidade de controle após a venda e serviços. Sendo a primeira empresa de máquina de café expresso a obter a certificação “THE QUALITY ISO 9001”.

2001: Starbucks atinge 3,000 lojas instaladas mas incrivelmente nenhuma aberta na Itália.

2004: Novo recorde da CMA Astoria na fabricação de máquinas de café expresso perfazendo um total de 27.200 máquinas de café no ano.

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Aug 29 09

Café, Chocolate e Sexo

by Editor

Café, chocolate e sexo são a fórmula perfeita para estimular o cerébro.

Esqueça as palavras cruzadas, o Sudoku ou os jogos de computador. Se quer estimular o cérebro, coma chocolate preto, faça bastante sexo, beba café moderadamente e consuma alimentos frios ao pequeno-almoço. Também é melhor que não passe muito tempo com quem só sabe reclamar da vida e ainda não fume marijuana, não veja telenovelas e não consuma muito álcool e carnes vermelhas. Será na conjugação destes elementos que surgirá a fórmula química para treinar e impulsionar a capacidade cerebral. A tese é defendida no livro “Teaching Yourself: Training Your Brain” (Ensine a você mesmo: treine o seu cérebro), que será publicado em Janeiro na Grã-Bretanha e que posteriormente será lançado noutros países.

Na obra, os autores Terry Horne e Simon Wootin analisam como a dieta, o ambiente e o stress afectam a capacidade mental das pessoas. Grande parte das sugestões feitas no livro baseiam-se no efeito provocado por certas substâncias químicas, quando são libertadas no organismo a partir de determinadas actividades, tais como comer chocolate, beber café ou fazer sexo.

De acordo com a obra, a penetração durante o acto sexual aumenta os níveis de oxitocina, que estimula o cérebro a pensar em novas idéias e soluções para problemas, enquanto que o pós-coito aumenta a quantidade de serotonina, estimulando a criatividade e o pensamento lógico. No que se refere à comida, os autores acreditam que ingredientes encontrados no chocolate amargo, como magnésio e antioxidantes, aumentam a oxigenação cerebral. E comer alimentos frios, ovos ou peixes ao pequeno almoço, como é usual na Escandinávia, também dá mais energia e facilita a absorção de nutrientes pelo organismo.

«Durante décadas, pensámos que a capacidade do cérebro é geneticamente determinada, mas agora ficou claro que é uma questão de estilo de vida», explica Terry Horne, autor do livro. Os autores aconselham os leitores a seguirem um “conceito de vida” chamado BLISS (prazer corporal, alegria, envolvimento, satisfação e sexo, na sigla em inglês) para aumentar o desempenho mental. E, claro, evitar certas situações: «Relacione-se com pessoas que o façam rir. Evite as pessoas que reclamam demais, porque elas podem deixá-lo deprimido»”, aconselha Hornes, que ainda defende a baixa ingestão de álcool e de carnes vermelhas, o não ver telenovelas e não fumar marijuana.

Ainda na lista das actividades para estimular a “massa cinzenta”, os autores defendem que as crianças devem fazer os trabalhos de casa acompanhadas pelos colegas ou pelos pais e que, desde cedo, as crianças sigam uma dieta baixa em gordura, rica em bróculos, peixes com ômega 3, pães e massas integrais.

Fonte: BBC

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Aug 29 09

Aroma de café estimula áreas de prazer no cérebro

by Editor

Bebida tem mais de 200 componentes que são liberados no ar e que podem ser percebidos pelo olfato.

O café virou mania no mundo inteiro. Mais ainda, entre os brasileiros. Acredite: os brasileiros tomam 430 milhões de cafezinhos por dia. E é esse consumo que está despertando a atenção de pesquisadores. Um centro de neurociências do Rio de Janeiro quer analisar a ação do café no cérebro, começando pelo aroma. É que, nesse aspecto, segundo os pesquisadores, não existe substância mais rica na natureza.

“Se a gente comparar o café, por exemplo, com o vinho ou com os perfumes, ele é mais rico no perfil de aromas do que qualquer uma dessas substâncias. O café tem mais de 200 componentes que são liberados no ar e que podem ser percebidos pelo olfato”, diz o neurocientista Jorge Moll, da Rede Labs D’Or.

A corretora de imóveis Karen e o físico Miatã são pessoas que apreciam um bom café. Os dois fazem parte do grupo de voluntários da pesquisa. O cérebro de cada um está sendo mapeado em exames de ressonância magnética de alta qualidade. Os pesquisadores adaptaram um equipamento de anestesia para levar o aroma até os voluntários, que devem permanecer imóveis dentro do aparelho. A diferença é que, em vez de anestésico, eles inalam café enquanto são examinados.

“Podemos detectar o efeito do café em vários circuitos cerebrais. A primeira região é a da percepção olfativa, chamada córtex olfativo, onde o cheiro é percebido. Qualquer tipo de cheiro ativa essa região”, explica doutor Jorge Moll.

O efeito é bem claro: qualquer cheiro é capaz de ativar os pontos. O que chama mesmo a atenção dos pesquisadores é a potência com que o aroma do café atinge, também, outras regiões do cérebro.

“A ativação das áreas do prazer acontece no tronco cerebral. São áreas que respondem fortemente a estímulos prazerosos. De certa forma, foi surpreendente ver que mesmo um aroma sutil, entregue através de vários tubos dentro de um aparelho de ressonância magnética, ativa de forma tão robusta essas regiões do prazer”, revela doutor Jorge Moll. “As áreas chamadas áreas do prazer e da recompensa são ativadas por diversos estímulos prazerosos. Até a música prazerosa, por exemplo, ativa essas regiões. Sexo e diversos tipos de prazer são ativos nessas regiões, que são ricas em dopamina”, completa.

Café, sexo, drogas e rock and roll? O estudo ainda vai longe. Se mexe tanto com o prazer humano, poderia o café ser fonte de um remédio natural e eficiente para promover a felicidade? A chamada medicina das emoções deve estar bem interessada nisso.

Fonte: Globo Reporter – Notícias.

Aug 29 09

Cientistas afirmam: café não faz mal à saúde

by Editor

Primeiros resultados de uma pesquisa feita pelo Instituto do Coração, em São Paulo, indicam que bebida não aumenta o risco de infarto.

Alguém duvida de que o café seja uma preferência nacional? Tomar um cafezinho é um gesto repetido milhões e milhões de vezes por dia. No Brasil, essa dose instantânea de tradição e alegria só perde para a água como bebida mais consumida. Nove entre dez brasileiros com mais de 15 anos tomam pelo menos um café por dia. O caminho dele até às xícaras é longo. E o tratamento que se dá a esse símbolo nacional está cada vez melhor.

“Buscamos uma bebida suave, como costumamos falar. Uma bebida que é agradável para a pessoa tomar, que não tenha um sabor estranho nem seja muito forte. Tem que ter um amarguinho, mas com sabor, como se fosse um sabor de fruta. Esse é o ideal”, explica o engenheiro agrônomo José Braz Matiello.

Neto de italianos que chegaram ao Brasil no século 19 para trabalhar em lavouras de café, Matiello passou a vida toda no meio delas. Engenheiro agrônomo e pesquisador, em mais de 40 anos de estrada, ele construiu um nome respeitadíssimo no mundo do café.

“As pessoas sempre falaram que o café bom vai para o exterior e o ruim fica aqui. Isso acontecia no passado. Hoje em dia, algum mercado ainda pode pagar um preço melhor. Logicamente, o café vai para lá. Mas o consumo interno cresceu muito, em função também da melhoria da qualidade. Passamos de 17 milhões de sacas. O Brasil é o segundo maior consumidor mundial de café, só perde para os Estados Unidos”, diz Matiello.

Mas não dá para esquecer que o café ainda carrega uma certa fama de vilão da saúde. Muita gente se mantém longe dele. A bebida causaria ansiedade, palpitações. O Instituto do Coração da Universidade de São Paulo (Incor-USP) até criou uma unidade de pesquisa especial: Café e Coração. A ideia é, pela primeira vez, no Brasil, analisar a ação do café no organismo, comparando pessoas com doenças do coração, diabéticas ou saudáveis, sem nenhuma doença. Parece simples, mas não é.

Sete voluntários, parte de um primeiro grupo de 27, dedicaram 70 dias à pesquisa. Vida em comum, perfis diferentes. A aposentada Maria Dalva Dias não tem problemas de saúde. Já o marido dela, seu Carlos, tem entupimentos em artérias do coração, que provocam cansaço e dores no peito. Por enquanto, toma remédios. Mas uma cirurgia não está descartada.

Antes dos primeiros exames, realizados no Incor, os voluntários precisaram reduzir a zero a cafeína no organismo. Uma “limpeza”, que levou 21 dias.

“Foi difícil. Eu senti dor de cabeça. Ficar sem café é ruim. É duro sentir o cheiro do café, ver os outros tomando. É terrível. Eu também não podia consumir refrigerante, chocolate, chá mate. Tive que tirar tudo o que contém cafeína para começar os testes”, conta dona Dalva.

Uma batelada de testes, para que os médicos pudessem verificar como o organismo dos voluntários funcionaria sem cafeína. Depois, todos receberam o mesmo tipo de café, em duas versões: mais ou menos torrado e uma cafeteira para levar para casa, além de uma rotina a ser seguida, rigorosamente, durante várias semanas. “A medida da água e do pó tinha que ser certinha”, lembra dona Dalva.

Seu Carlos e dona Dalva não tiveram nenhum problema em seguir as instruções. A regra era tomar três xícaras de café por dia, nos horários que eles escolhessem. “É mais gostoso. Voltar a tomar café depois de um tempo é muito mais gostoso”, comemora dona Dalva.

De volta ao Incor, os testes foram repetidos. Os médicos estão cautelosos. Ainda é cedo para conclusões definitivas. Mas os primeiros resultados confirmam o que pesquisas internacionais já vêm indicando. “Hoje está claro que tomar café não leva a ter mais infarto. Em vários estudos europeus e americanos, isso começa a cair em termos de verdade. Já há evidências claras de que o aumento da pressão arterial em uma pessoa que toma café regularmente é discretíssimo. É diferente para o individuo que nunca tomou café e de repente toma duas grandes xícaras de café. Esse indivíduo pode se sentir mal, até ter elevação da pressão, taquicardia, porque ele não está acostumado ao café”, esclarece o professor Luiz Antonio M. César, médico do Incor.

Segundo o coordenador da Unidade de Café e Coração, não houve mudanças nos níveis de colesterol dos voluntários. O que era esperado, porque, no café coado, a gordura é filtrada. E a pressão sanguínea deles ficou até um pouquinho mais baixa no período em que tomaram café. Houve também uma agradável surpresa.

“Não posso afirmar que isso seja um efeito e que vai ser mantido. Mas ficou evidente que houve uma redução de 70% no número de extrassístoles das pessoas que tinham doenças no coração. É muito cedo, mas, no conjunto, eu posso dizer: mal não faz”, afirma doutor Luiz Antonio M. César.

Os resultados dos efeitos do café nos voluntários diabéticos ainda não estão prontos, mas os pesquisadores já podem garantir que o café é até bom para eles. “Todos os estudos epidemiológicos estão mostrando de forma clara que quem toma café tem menos chances de ficar diabético. Ou, se for ficar, ficar mais tarde”, revela doutor Luiz Antonio M. César.

Segundo os especialistas, essa virada da ciência em relação ao café se deve, sobretudo, ao fato de as pesquisas, no passado, encararem o produto como se fosse apenas cafeína. Em vez de xícaras de café, os pacientes testados só recebiam pílulas de cafeína.

“A cafeína isolada talvez não seja boa, mas o café não é só cafeína, tem centenas de outras substâncias. São estudos recentes que estão mudando a imagem do café”, diz doutor Luiz Antonio M. César.

Fonte: Globo Repórter – Notícias.

Aug 22 09

Video 350.ORG – Redução do CO2 já!

by Editor

Video da organização mundial 350.org mostra a importância da redução do dióxido de carbono a 350 partes por milhão na atmosfera.

No site www.350.org o internauta pode fazer sua inscrição para participar do esforço mundial para redução das emissões de gás carbônico na atmosfera.

Esta ONG visa ações comunitárias e engajamento de pessoas para combater a poluição e o aquecimento global.

Por quê 350? Nesta concentração de CO2, o planeta garante uma padrão seguro de clima adequado à vida.

Faça a sua inscrição no site www.350.org e participe da luta contra o aquecimento global!

Divulgue esta mensagem em seu blog, website ou comunidades sociais. Toda ajuda é importante!

Jun 21 09

Pesquisa sobre preparo do café despolpado, cereja descascado e natural na região sudoeste da Bahia

by Editor

Tipos de preparo do caféO experimento foi desenvolvido com o objetivo de avaliar a influência de diferentes métodos de preparo do café (café natural, cereja descascado e despolpado), na composição físico-química e sensorial do grão, em propriedades cafeeiras da Região Sudoeste da Bahia.

O trabalho foi realizado nos meses de julho e agosto de 2005, utilizando-se a espécie Coffea arabica L., variedade Catuaí Amarelo. Os grãos foram avaliados quanto a: índice de coloração, pH, condutividade elétrica, lixiviação de potássio e prova de xícara.

O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado, com três tratamentos (café natural, cereja descascado, e despolpado) e seis repetições. Os cafés naturais apresentaram os menores valores de pH e índice de coloração e os maiores valores de condutividade elétrica e lixiviação de potássio, indicando ser o método de preparo que mais agrediu as membranas celulares do grão nesta região. No entanto, este tipo de preparo resultou em redução da qualidade da bebida em apenas uma propriedade.

Os cafés despolpados e cerejas descascados apresentaram valores de índice de coloração, condutividade elétrica, lixiviação de potássio e prova de xícara similares. O café despolpado apresentou menor valor de pH em relação ao cereja descascado, devido à fermentação durante a degomagem. Esta redução de pH não ocasionou redução da qualidade sensorial da bebida, apenas lhe agregou acidez, característica marcante desse método de preparo. Os métodos de preparo do café despolpado e cereja descascado demonstraram ser mais indicados para a região em relação ao café natural.

Palavras chave: Coffea arabica, qualidade do grão, pós colheita.

Trabalho original em PDF: Pesquisa sobre tipos de preparo do café

Jun 11 09

O café chega ao Brasil em 1727 – Capítulo VI

by Editor

O Brasil é o maior produtor mundial de caféO café foi trazido ao Brasil pelo oficial luso-brasileiro Francisco de Mello Palheta, que em 1727 recebeu a incumbência de ir à Guiana Francesa para tratar de questões fronteiriças como pretexto para trazer sementes de café.

Algumas mudas acabaram indo do Brasil para o Havaí em 1825. Em 1828, a indústria do café teve início na ilha Havaiana, impulsionada por muitos imigrantes japoneses. O Havaí, com seu clima tropical e solo vulcânico rico em minerais, é o único estado americano produtor de café.

Hoje o Brasil é o maior produtor de café do planeta e estima-se que mais de 20 milhões de pessoas trabalhem na indústria cafeeira ou em seus negócios correlatos mundo afora.

Fonte: A História do Café

Jun 11 09

Da França para as Américas – Capítulo V

by Editor

Os Holandeses dominavam o comércio marítimo da épocaDurante todo o século XVII, o suprimento mundial de café vinha quase todo do Iêmen. Mas os holandeses, que dominavam o comércio marítimo mundial, conseguiram algumas mudas de café que plantaram no Ceilão em 1658 e em Java 1699.

A primeira cafeteria de Paris abriu em 1672. Luis XIV adorava café, e em 1714 os holandeses o presentearam com um pé desta planta, da qual ele cuidava com carinho. Nove anos depois, um oficial da marinha levou uma muda do pé de café real para Martinica, no Caribe. Os estudiosos acreditam que a maiorias dos pés de café cultivados nas Américas central e do sul descendem daquela única muda.

Finalmente o café chega ao Brasil, país que se tornaria seu maior produtor mundial.

O café chega ao Brasil em 1727 – Capítulo VI

Jun 11 09

A primeira cafeteria em Londres – Capítulo IV

by Editor

Londres: local da primeira cafeteria do mundo A primeira cafeteria abriu em Londres em 1652. Por volta dos anos de 1700, já havia mais de 2000. Eram chamadas de “Universidades do centavo”, pois por 1 centavo era possível comprar uma xícara de café e passar horas ouvindo conversas e discussões inteligentes. Os cafés se tornaram o centro de discussões intelectuais sóbrias.

A “Urna”, fundamento principal da democracia moderna, surgiu na cafeteria Londrina chamada Ducth’s Hedge, onde clientes podiam votar anonimamente sobre controvérsias políticas.

Toda cafeteria estava associada à poesia, ciência ou negócios. A partir desta associação entre um café e uma disciplina surgiu a idéia de um jornal com diferentes seções. As pessoas iam a um café, anotavam o que se conversava e publicavam o conteúdo em pequenos panfletos que se tornaram o jornal moderno. Foi nos cafés de Londres entre 1600 e 1700, que nasceu o jornal moderno.

No ínício do XVII o café viajou da França para as Américas. Era o início da globalização do cultivo cafeeiro.

Da França para as Américas – Capítulo V

Jun 11 09

O café, a Europa e a Revolução Industrial – Capítulo III

by Editor

Londres: o café propiciou a revolução industrialNo século XVII o café e as cafeterias se espalharam para a Europa Ocidental e para a Inglaterra. Até o século XVII, na Europa, todo mundo bebia um tipo de “cerveja rala”, contendo apenas 2% de álcool. O continente europeu inteiro estava sempre meio bêbado, porque não se podia beber a água do rio Tâmisa nem do Sena que provocavam cólera, disenteria e outras doenças.

“O dia começava com cerveja às 10h, em vez de café. No almoço, mais cerveja, e as pessoas comentavam sobre o estado de atordoamento em que todo mundo vivia. Então, a introdução do café aos poucos mudou esse clima.”

O trabalho e o café se tornaram inseparáveis na era industrial moderna. E talvez é o café que tenha possibilitado o surgimento desta era.

“Não havia como estar bêbado enquanto se operava o pesado maquinário industrial que erigiu a sociedade moderna e a Revolução Industrial. Então a cafeína se tornou parte da Revolução Industrial porque passou a ser a substância preferida do padrão de vida da época.”

O café fez grande sucesso na cidade em que o chá viria a dominar. A primeira cafeteria abriu em Londres em 1652.

A primeira cafeteria em Londres – Capítulo IV